19 julho 2006

Lisboetas (II)

A J. já aqui tinha falado neste filme: Lisboetas de Sérgio Tréfaut.
Como ela, eu também acho que este filme podia passar-se em muitas cidades, todas europeias. Ou melhor... podia passar-se, não. Passa-se nessas europas dos imigrantes, onde há tanta gente (portugueses também) a trabalhar como escravos.


Há coisas que doem mais que um murro no estômago:

– Quando o meu pai era pequeno, estava num gulag. Mas não era aqui, era na nossa terra.

1 comentário:

Que eu seja ceguinha! disse...

O imigrante na cabine telefónica a falar com o pai doente foi "o meu" murro no estomago.